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Sexta-feira, 2 de Fevereiro de 2007

Há 2 anos atrás.....

Há 2 anos atrás, lá fui eu bem cedinho para a MAC , já com a minha grande barriguinha (só tinha barriga mesmo, aumentei 8/9 kgs ...) para fazer o CTG e a respectiva consulta de rotina semanal. Já estava de 40 semanas e 2 dias e o JD não dava sinais de querer nascer.

(a foto não é grande coisa mas foi tirada na véspera do dia em que ele nasceu, quem diria que ali dentro estava um bebé grandalhão?????)

Ele sempre foi muito mexido, dava muitos pontapés e socos na mamãs, mas durante o CTG teimou em não se mexer e nem um docinho que a mamã comeu o fez mudar de ideias. Assim que desligaram a máquina, lá começo ele de novo a mexer, por isso não me preocupei. Mas o médico que me viu teve outra opinião e fez-me uma ecografia na qual viu logo que ele era um grande rapagão, já com uns 3,600 kg mas aparentemente estava tudo bem. Mandou-me ir para casa, almoçar mas não muito (também tinha o estômago enrolado desde a noite anterior, que passei a chazinho e em passeio acordada, mas sei que a minha mãe me fez uma das minhas comidas favoritas, salsichas com couve lombarda...) e voltar de tarde para ir ás Urgências e repetir o CTG . Assim fiz e claro que já não me deixaram sair de lá. Fizeram o toque e como o tempo tinha terminado, fiquei internada, por volta das 17 horas. Fui para a sala de dilatação e colocaram algo no soro que iniciou a dilatação que ainda não tinha começado. Foi rápida, apesar de toda a gente pensar que não e por volta das 20 horas fui para a sala de partos. O meu marido tinha ido jantar, porque lhe disseram que ainda faltava muito e quando ele ligo para a maternidade, disseram-lhe para vir rápido senão não o via nascer!!!! Perguntaram se eu queria epidural ao que respondi sim, pois as dores já apertavam e lá apareceu a bem dita da anestesista, um amor, por sinal. Ficou tudo mais calmo e a cabeça já se via a aparecer. Mas ele não descia e os médicos diziam que era eu que não fazia força quando devia. O efeito da epidural passou e levei outra. Os médicos continuavam a dizer que eu não fazia força no momento certo, como tal quiseram que passasse o efeito da epidural para eu sentir as dores, e ai é que foi o pior... Num segundo não tinha dores e no outro era um pico de dor que nem vos conto. Qual força, qual carapuça, doía tanto que eu nem sabia como havia de estar. Depois de muito sofrer os médicos lá resolveram ser se calhar era melhor fazer cesariana, mas as salas estavam todas ocupadas. Ficou decidido que iam tentar com ventosas e cortar um pouco, pois ele não saia por nada. Lá veio a anestesista de novo e lá saiu o meu marido. A sala era pequena para tanta gente, pois como só eu ainda não estava despachada, todos os médicos, enfermeiros e também os 5 estagiários que por lá andavam, estavam de volta de mim.... Foi só fazer um corte, um pouco de força e lá nasceu o meu menino querido, cabeçudo e grandalhão (pesava 3,800 kgs e media 53,5 cm) por volta das 00h 50m do dia 3 de Fevereiro.... Nasceu cheio de fome e só se calou quando lhe deram um belo de um biberão de leite. Fiquei na maca, no corredor, à espera dele e perguntava a toda gente quando é que mo punham ao pé de mim, ao que me respondiam que em breve. E por fim, ao fim de 2 longas horas, lá veio ele para o pé da mamã, muito embrulhadinho para não ter frio. A simpática da enfermeira ou auxiliar ou lá o que era disse: “Veja lá não o deixe cair ao chão!” um doce não acham? Fomos para o quarto e quando o meteram ao pé de mim ele abriu os olhos e procurou logo a maminha da mãe para papar. Dormiu a noite toda e eu não preguei olho com medo de que tudo aquilo fosse um sonho e se eu adormecesse tudo deixasse de ser verdade.

 

Por isso este dia foi o mais feliz da minha vida. Aquele em que soube o que significa em 1ª mão ser mãe. Aquele em que soube o que era amor incondicional. Aquele em tornei realidade um sonho que sempre tive na minha vida e que tardava em ser real. Aquele em que a minha vida mudou... Mas par bem melhor. Aquele em que passei a viver em função de um ser frágil e desprotegido mas que passou a ter um enorme poder sobre mim. Amo-te meu filho, e não consigo sequer conceber a minha vida sem a tua presença.

publicado por era1xeu às 15:28

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